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17 de Outubro de 2019

Inteligência artificial nos negócios: como os robôs Sophia e Bina48 podem nos impactar?

Presleyson Plínio de Lima, Analista de Desenvolvimento de Sistemas
ano passado

Quer entender mais sobre a importância da inteligência artificial nos negócios?

Se você tem uma empresa, saiba que isso é essencial, uma vez que não podemos deixar de lado toda a evolução tecnológica que, inevitavelmente, vai impactar tudo ao nosso redor.

E o interessante é que o cenário é muito mais positivo do que você imagina.

Entre as vantagens estão a possibilidade de encontrar os melhores clientes, o entendimento com relação aos produtos mais atrativos para o consumidor, a chance de comparar as suas vendas com as da concorrência e a opção de otimizar as atividades operacionais para aumentar a qualidade e a agilidade dos processos.

Devido à relevância do tema, fiz um artigo especial sobre ele.

Hoje, você vai saber mais com relação à inteligência artificial nos negócios e também sobre os populares robôs Bina48 e Sophia, que devem mexer positivamente com o nosso cenário.

Aproveite a leitura!

O que é a inteligência artificial nos negócios?

Antes de entrarmos no mérito da inteligência artificial nos negócios, que tal conhecer a sua definição?

Basicamente, a IA (que é sigla) permite que um dispositivo simule e imite o conhecimento, as características e as habilidades humanas.

Em outras palavras, são máquinas e robôs que raciocinam, resolvem problemas, tomam decisões, e muito mais!

Nos negócios, a inteligência artificial já é bastante usada no atendimento telefônico com as famosas uras, em que você tem a chance de conversar com uma voz e solicitar um serviço ou uma compra, por exemplo.

Grandes empresas, inclusive, fazem o uso dos assistentes virtuais de forma a facilitar a vida do cliente.

Entre os principais estão o Siri, da Apple, o Alexa, da Amazon, a Cortana da Microsoft e o Google Now da Google.

Leia também Por que usar os assistentes pessoais virtuais na sua empresa?

Mas os robôs Sophia e Bina48 são meros assistentes virtuais?

Não, eles são muito mais do que isso!

Bina 48

O Bina48 é um robô social criado a partir da composição de informações de várias pessoas, entre elas a Bina Aspen, que é co-fundadora do Movimento Terasem.

Mas no que ele consiste?

Basicamente, é um grupo de três organizações americanas que possuem a missão de educar o público com relação à praticidade e necessidade de prolongar a vida humana. Tudo isso de forma consistente e com unidade e diversidade.

A intenção dos criadores do robô foi gerar uma prova de conceito de que, em algum momento, as informações mentais de um humano poderão ser usadas para reanimar a sua consciência.

Vamos entender agora as características do Bina48?

Ele foi criado a partir de entrevistas em vídeo, reconhecimento facial, tecnologia de máscara de vida de varredura a laser, inteligência artificial e, por fim, tecnologias de reconhecimento de voz.

A ideia é que o robô social interaja com base em memórias, informações, crenças e valores coletados de uma pessoa real.

Entre as habilidades do Bina 48 estão o reconhecimento facial e de voz, as expressões faciais, os movimento de olhos e cabeça, a capacidade de conversação, o rastreamento de movimento e a conectividade com a internet.

Saiba mais sobre o Bina48 nas páginas oficiais no Twitter e no Facebook.

Sophia

O robô Sophia foi criado em 2016 pelo americano David Hanson, um engenheiro de robótica que já trabalhou para a Disney.

Em 2013, quando fundou sua empresa, a Hanson Robotics, começou a construção da androide capaz de fazer expressões faciais, manter conversações e aumentar os seus conhecimentos todas as vezes que interage com alguém.

Hanson buscava compaixão, empatia e criatividade e, depois de algumas criações, finalmente Sophia atendeu essas expectativas.

Além de trocar informações básicas em conversas casuais, e complexas com argumentos programados em seu HD, Sophia ainda é capaz de improvisar diante de perguntas que não sabe responder.

E apesar de algumas respostas não terem muito sentido, na maioria das vezes ela surpreende com raciocínios organizados, lógicos e argumentativos.

Da mesma forma que os demais assistentes virtuais, o software que a coordena ouve, compreende e interpreta por meio de um algoritmo que permite que o robô decida quais palavras usar em cada ocasião.

É assim que a conversa flui de forma natural com qualquer pessoa.

Em outras palavras, Sophia decide o que deve responder, mesmo que apenas algumas respostas tenham sido escolhidas pelos seus programadores.

Assim, ela tem total autonomia para decidir o que dizer em cada situação.

O que os robôs Bina48 e Sophia têm a ver com o seu negócio?

Tudo a ver!

Você já imaginou como será o mundo com mais robôs como esses?

Sim, algumas profissões provavelmente vão acabar, não tem jeito.

Por outro lado, a sua empresa pode ser muito beneficiada.

Os processos serão cada vez mais eficientes e ficarão livres de falhas, os clientes serão melhor atendidos e se sentirão mais satisfeitos e você vai ter a chance de encontrar os consumidores mais adequados, bem como oferecer a solução ou produto mais atrativo!

Esses avanços inevitavelmente vão impactar o mundo e a sua empresa.

Fique atento aos movimentos e às inovações e aproveite a inteligência artificial nos negócios para alavancar o seu!

Leia também os artigos abaixo

Presleyson Lima - www.presleyson.com.br - Ajudo empreendedores e intraempreendedores obterem resultados em seu negócio através através da TI.

4 Comentários

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Verdadeiramente o avanço da tecnologia e informação impactarão o futuro, com a certeza das demandas pessoais e administrativas serem a cada dia mais solucionadas de maneira real com eficiência.
Impreterivelmente vemos as ações das grandes empresas em destaque pelo mundo, avançarem de maneira estratégica com o intuito de avanços internos e externos neste tempo. continuar lendo

O mundo caminha de forma inexorável a uma automatização de quase todos os processos. Na área de prestação de serviços é notável a ajuda que os profissionais podem receber.
A grande pergunta que deve ser feita é: quando todos os processos de serviços e de produção forem maciçamente feito por robôs quem irá realizar o consumo? Parece um futuro distópico. continuar lendo

Lembrei-me das três leis da robótica criadas pelo saudoso mestre da ficção científica Isaac Asimov, são elas:

•1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
•2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
•3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e/ou a Segunda Lei.

A ameaça está resolvida, que venha a AI. continuar lendo

Sinto Sr. Fernando, mas a humanidade é tão infinitamente burra que não irão colocar as três leis, principalmente nos robôs militares. Em pouco tempo, menos de 10 anos, teremos robôs aptos a dirigir autos, caminhões, trens e etc., mas sem passageiro para utilizar. Supermercados, lojas e bancos automatizados e nenhum comprador. Para que haja circulação de dinheiro, para movimentar essas maravilhosas maquinas, há necessidade dos empregos que foram surrupiados pelos proprietários na ânsia de aumentar os lucros.

Lembro que o Bradesco de minha cidade foi um dos primeiros a informatizar e o gerente, velho amigo, veio correndo me trazer a novidade e convidar para conhecer o sistema. Pouco tempo depois sua agencia de 32 funcionários estava reduzida a pouco mais de 8 com um numero bem maior de clientes.

Sei não, mas não vejo nem uma lanterna, com pilhas fracas, no fim do túnel. continuar lendo